domingo, 24 de maio de 2015

Desesperadamente

  Antes de começar este texto queria dizer que ele já foi escrito à algum tempo, mas só agora é que tive coragem para o publicar, espero que gostem.
  O amor! Quando me perguntam o que é,eu digo que é algo que não consigo explicar. E tu consegues? Se sim, diz-me o que é porque eu... eu... eu queria conseguir explicar este sentimento arrebatador. Quando digo um "AMO-TE", espero da tua parte, se for o caso, um sincero e crédulo "AMO-TE". Não gosto de um "EU TAMBÉM...", não tem o mesmo sentido que aquela palavrinha de apenas 5 letras, mas tão monstruosa.
  Quando me apaixono espero a entrega, a paixão, a confiança, tudo... ou seja, tudo aquilo que não posso ter. Da tua parte eu só gostava de ter um pouco de credibilidade, para me poderes dizer aquilo que, por palavras soltas, disseste de uma forma crua. A minha dúvida é, foi sincero? Tudo o que disseste foi sincero? O que se passou foi sentido? Gostava de obter respostas, mas penso que não as vou obter, portanto volto a perguntar, mas desta vez sem palavras subentendidas e bem diretamente para ti, " O QUE É PARA TI O AMOR?". Preferes confiar nos outros,confiar na palavra deles em vez da minha, afinal o que é que conta para ti? Exiges-me confiança, mas és tu quem não confias, não me peças aquilo que tu próprio não consegues fazer. Atingi o meu limite de tentativas para compreender as tuas ações. Eu quero DESESPERADAMENTE respostas Quero que me expliques o que significa a m***a da palavra AMOR! Porque eu contigo... eu contigo pensei que realmente poderia descobrir o significado desta palavra gigante, mas tu... destruíste todas as minhas possibilidades para descobrir. Porquê? EU só queria que fizesses esse caminho comigo, apesar das dificuldades. Sim, a vida tem as suas curvas e contracurvas, mas porra esperas o quê? Uma estrada direita? Pensa! É aquele momento que te vai fazer mais feliz? Tu tinhas algo seguro, e agora? Tens momentos?  Estás contente com isso? Ainda bem! Porque destruíste a minha segurança, para mim acabou, (digo eu), eu quero que acabe, mas não consigo, sabes porquê? Porque ainda não consegui descobrir o significado da palavra e preciso DESESPERADAMENTE!

Ass.: NC

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Teóricamente consciêntes

  Muitas vezes penso o quão insignificantes somos, neste mundo, neste universo, neste comos.
  Separada e individualmente somo menos que nada. Não passamos de partículas titanicamente pequenas.
  Mas também penso… Como é que fizemos isto? Que raio de maldição nos lançaram? Intriga-me este processo, estes factos.
  Quando dou por mim e pela minha existência, pelo que estou a fazer e no que todo este grande mundo se tornou. Não que seja bom ou mau, mas pela espécie que nos tornámos, é impressionante. O facto de estarmos tão sozinhos já faz da nossa história tão triste, quanto mais sermos os únicos a pensar e a agir desta maneira.
  Não há assim tanta vantagem em ter consciência. Essa menina fez e faz de nós uns invasores incuráveis, capazes de fazer tanta m***a, capazes de julgar, de apreciar, de opinar, de pensar “conscientemente”, de fazer introduções e tirar conclusões, poder esse que julgamos ter, mas que na verdade não é nada.
  Todo este “ especial” que nos atribuíram e que nós próprios temos tanto orgulho em nos atribuir podia ser o que, infelizmente, não é. Podíamos aproveitar esta consciência para tanta coisa, há tanto em que tirar proveito, nós estamos em vantagem, mas demasiado cegos pela consciência e pelo que ela nos dá, o que chega a ser irónico.
  A culpa não é dela. Acho que todos somos maus por natureza. Dar algo tão bom a alguém que o soubesse usar, tornaria o mundo demasiado perfeito.
  As nossas relações não passam de ilusões, tal como o nosso suposto poder.
  Somos tão falsos e mentirosos uns com os outros, até para nós mesmos. As nossas palavras já não valem nada, as nossas ações já não têm significado, o que pensamos ou deixamos de pensar já não tem interesse, nós no fundo já não valemos nada.
  Mas ainda bem. Não merecemos ter esse valor. Não quando nos descartamos consecutivamente, não quando não damos o uso correto às palavras e aos sentimentos e às tão belas coisas com que nascemos e vivemos.
  Seres tão desonrados que somos.
  Há de haver aí alguém a rir-se de nós, de mim, com estes pensamentos de pessoa tão importante. Dizem que ele existe.

Ass.: MR

terça-feira, 19 de maio de 2015

Postagens do Blog Antigo

Aqui deixo muitos dos texto que escrevi no blog anterior, também para não esquecer o que ele foi e a importância que ele teve. Os textos têm os dias, mas de qualquer forma, estão organizados do mais recente para o mais antigo. Espero que gostem deste novo começo e me acompenhem!
 
 
 
Colete salva-vidas 

 Sentia-me no fundo de um poço e a saída estava a uns milhões de milhares de quilómetros, queria subir, levantar-me mas não sabia como, parecia que estava a sufocar, estava a ficar imóvel mas ao mesmo tempo uma inquietação dentro de mim apoderava-se, fiquei desnorteada. Costumam dizer que depois da tempestade - que se calhar foi mesmo isso, estava num barco e este naufragou devido a uma tempestade, e deitou ao mar todos os meus sonhos, as minhas confianças e mais uma mão cheia de coisas, tentei erguer-me mas a tempestade voltara e fui abaixo outra vez, mas desta vez fui ao fundo -, vem a bonança - e não é que veio mesmo, o meu colete salva vidas apareceu meio perdido no meio deste mar de confusão, sem saber ajudou-me a levantar tirou-me do fundo. Queria ter coragem para lhe agradecer, se calhar já o fiz, gostava que o nosso destino estivesse cruzado, mas acho que o caminho dele é outro, é pena porque aquele colete... Quero acreditar que ele ainda pode voltar na minha direção, ou talvez já esteja a voltar... Bem que confusão está este percurso todo, será que ele tem mesmo de ser assim ou sou só eu que estou a confundi-lo? Não sei mas gostava de simplificar, não sei é como, gostava de lhe pedir ajuda, mas...


(Domingo, 17 de maio de 2015)                                                                      

 

 

 
A censura 

Censuraste-me, calaste-me, utilizaste um carimbo vermelho a dizer censura e carimbaste-mo como a PIDE fizera nos seus 40 anos de existência aqui em Portugal, e eu quando pensara que ela já tinha tido o seu digno funeral apareceste tu com aquele enorme carimbo vermelho com aquela tão temível palavra lá escrita. Quis soltar-me para poder dizer-te tudo o que queria, como um EU AMO-TE! Mas até isso me proibiste com aquelas palavras que indiretamente disseram tudo aquilo que o meu coração não queria ouvir. O que magoou mais foi talvez a frieza, e a falta de arrependimento, mas eu aprendi, e vou crescer com esses meus erros, (não em altura porque parece que o meu 1;60, me vai acompanhar para o resto da minha vida, mas isso é uma coisa que vai começando a não importar muito, bem vamos prosseguir pois a distração já leva 2 linhas).
Não vou permitir que essa palavra me volte a pôr medo, é uma palavra que vai passar ao passado, e não vai fazer mais parte do meu dicionário, vou bani-la. Ao menos não vou ter mais tormentos por causa dela, portanto obrigado pela ajuda, foi preciosa, visto que as tuas palavras me fizeram perceber que não posso ficar com coisas por dizer (posso vir a ser censurada novamente). Acho que ambos não ficámos com nada por dizer, ou se calhar eu fiquei mas neste momento, todo e qualquer tipo de contacto pode e vai ser prejudicial para mim, e como ainda me resta alguma serenidade e capacidade de raciocínio, a nossa conversa acaba aqui. É o fim de um capítulo que não vai voltar a ser lido, vai ser rasurado com aquele carimbo e vai ser enviado para as profundezas da minha gaveta, fechada a mais de 7 trancas, e a chave, ah essa pobre coitada, vai ter um desfecho um pouco mais feliz e sossegado que nós, vou deitá-la ao mar, ou então talvez a guarde para quando for a paris e deitá-la no rio Sena. Mas em vez de um cadeado ficar preso na Pont Des Arts vai ficar, lá um pouco de mim, aquela chave que tranca uma parte do meu coração vai ser atirada a um dos locais mais românticos de sempre. Uma boa forma para encerrar um capítulo, para nós é um ADEUS! Para aquele capítulo é o fim, e para aquela chave é o tão merecido descanso em paz.

(Terça-feira, 7 de abril de 2015)

 

 
O Regresso... Ou pelo menos uma tentativa disso

 Olá, andei um pouco perdida nestes últimos meses, mas voltei, ou pelo menos acho que voltei a poder escrever… Não tem sido fácil ter-me afastado da escrita, visto que é quase como uma necessidade minha mas estes últimos tempos… foram qualquer coisa do outro mundo. Foram mais as desilusões que as alegrias, as deceções não tinham qualquer dó nem piedade! Pareciam uma metralhadora automática, á qual não era preciso recarregar, elas simplesmente eram disparadas a uma tal velocidade, e a uma tal proximidade que nem permitia recomposição, mas parece que finalmente aquelas “balas” que pareciam inesgotáveis acabaram, mas os danos desta dura batalha estão bem á vista e só não vê quem não quer. E com isto quero dizer que a maior cega fui eu! É, é verdade, eu não notei nas pequenas feridas que teimavam em abrir, tapei-as e escondi-as mas agora… agora não vale a pena esconder mais, acabou, chega de encobrimentos, mas a minha força, oh! A minha força desapareceu como um estalar de dedos, e agora? Uma boa pergunta, e para uma pergunta que tal uma resposta boa? Não é a melhor, mas é a que se arranja neste emaranhado de palavras sem significado ou pelo menos sem qualquer importância, não sei, esta é a minha reposta não sei. Preciso de algo que me levante, que me dê animo, uma bateria! A minha bateria desapareceu, ou melhor escondeu-se, fugiu de mim, exatamente no momento em que mais precisava, ela foi-se sumiu como por magia. Talvez quando ela apareça eu esteja a reerguer-me, mas talvez nesse momento ela me volte a pôr em baixo, portanto para ti “bateria”, não voltes! Eu vou reerguer-me sozinha sem ti, deixa só um bilhete de aviso que não vais voltar ou pelo menos que não voltas porque eu disse que não quero que voltes. Está na hora de fazê-lo por mim, e não por ti, dei mais de mim do que aquilo que devia ter dado, mas sabes às vezes em silêncio eu pensava para mim, como era possível. A nossa cumplicidade desaparecera já há um tempo, mas eu, teimava em dizer para mim própria que tal coisa era impossível, mas agora eu vejo, da pior forma mas vejo. Foi preciso ir até ao fundo daquele poço escuro e solitário para perceber, que afinal eu precisava de um pouco mais do que poucos e escassos momentos de mera felicidade. Não era verdadeira, era uma ilusão que eu construí, e tu? Tu assististe á minha lenta queda, como as gotas de água no vidro dos carros após já ter parado de chover, e nada disseste apenas acomodaste-te na tua poltrona em primeira fila e assististe a tudo! Maravilhoso a tua falta de companheirismo marcou-me profundamente, mas numa coisa agradeço-te, ajudaste-me a crescer e a não ser tão parva por isso e só para ti com um grande carinho OBRIGADO! Para mim chega de recargas provisórias, para ti é um grande e sincero ADEUS!

(Sábado, 4 de abril de 2015)

 

 Um adeus, mas um até já também 

Chegaste meio tímido, espreitaste e ficaste durante 12 meses 365 dias, 8760 horas, 21900 minutos…

Em menos de nada passou-se o meu querido e frio janeiro, o fevereiro que tem aquele dia tão apaixonante, o março o abril e todos os outros meses, agora estou em Dezembro a menos de três semanas de te dizer adeus, é... É verdade 2014, já estás quase a dizer-me adeus.

Muitas lágrimas, muitos abraços muita gritaria, muitos desejos, muitas promessas, muitas desilusões tantas coisas que marcaram este ano, mas houve também coisas que ficaram por falar, por fazer, arrependimentos, beijos abraços segredos impulsos promessas que ficaram por fazer, foram muitas as pessoas que me deixaram, mas também foram muitas as que entraram e as que permaneceram a todas eles um Grande Obrigado! Tanto por se terem ido embora, como por terem permanecido ou chegado porque como se diz “só faz falta quem está”.

2015 entra sem medo sem vergonha. De ti… espero um ano maravilhoso inesquecível, de ti espero também que afastes as pessoas que não merecem estar na minha vida, que me dês conquistas que me faças crescer enquanto mulher, que me faças aprender com os erros de 2014, de ti espero tudo de bomm para os que amo.

Às pessoas que sempre estiveram comigo desejo-lhes que este próximo ano seja melhor em todos os aspetos, que possam arriscar, que possam ser felizes. Eles merecem tudo de bom, pois são pessoas a quem eu me apoio quando mais preciso, portanto, para eles dá-lhes também motivos para sorrir, para amar, para não desistirem do que mais querem, dá-lhes caminhos, dá-lhes luzes, dá-lhes tudo o que merecem.

2014 assim me despeço de ti com todo o carinho e saudade que vais deixar, mas como se diz “nada é para sempre”, portanto OBRIGADO!! Por tudo…

2015 agora é a tua vez de me mostrares um novo caminho, e estou pronta para os desafios, para os riscos para tudo ati é um ATÉ JÁ…

(Segunda-feira, 15 de dezembro de 2014)

 

 Comentário ao poema "Of Man and Machine" 

Antes de começar o comentário ao poema, queria pedir desculpa pela demora, mas tem sido impossível para mim vir aqui, o motivo mais forte tem sido o tempo, estive e estou na época de testes então só agora consegui arranjar um tempinho, bem mas vamos ao que interessa.

Este poema fala-nos de um mundo em que os aparelhos eletrônicos estão a substituir o contacto humano por contato via virtual. Não vou negar que gosto de usar as novas tecnologias como qualquer adolescente, mas também sei que o contacto cara a cara, as conversas que temos pessoalmente, são muitos mais sentidas que qualquer conversa que possamos ter no Facebook, ou por SMS.

Antes usava-se muito post-it para nos lembrarmos nas de coisas a fazer, agora temos aparelhos que nos facilitam a vida, é um dos muitos aspetos positivos que estes aparelhos podem ter para a nossa vida, a procura de informação facilitou muito a vida das pessoas. Mas não nos podemos deixar eludir por tudo isto, os computadores, os telemóveis os MP3 ou MP4, os tablets, a televisão, deixam-nos cada vez mais isolados no mundo que nos rodeia, e nós como a geração do futuro não devíamos permitir tal isolação devias promover o convívio. Não estou a dizer para voltarmos ao século passado, para deixarmos tudo isto como se não existisse nada disso, só estou a dizer que devíamos realmente, aprender a equilibrar os dois lados.

"Então na próxima vez que pensares em mim - por favor não me deixes mensagem.

Pára para me ver, porque nenhuma máquina te vai substituir."

Esta frase reforça a ideia que devemos muito mais marcar a nossa presença, do que simplesmente deixar uma mensagem, o estar é muito mais importante que o perguntar como estou, Malta vamos Marcar a presença...

(Sábado, 22 de novembro de 2014)

 

  

 
Eu acredito

 Ok, chegou o momento... ou então... não... Será que consigo dizê-lo sem que faça com que tudo se vá abaixo, sem te perder...

 Uma amizade, um amor, o que está certo? O que devo escolher? Diz-me que tudo vai ficar bem, que vou conseguir dizê-lo sem que faça com que te afastes de mim, essa ideia sufoca-me, será que se te contar vais deixar de olhar para mim, será que esse olhar doce vai desaparecer, é isso que não quero, não quero perder esse olhar de ternura, esse sorriso rasgado que tanto gosto de ver, mas...

 Uma coisa eu tenho a certeza perder-te não é uma opção e mais vale continuar como estamos, ao menos sei que não te vou perder. Vou continuar a ver o teu sorriso, ouvir as tuas palhaçadas, rir-me contigo, se isso me chega? Boa pergunta, não sei, só sei que mais vale assim do que não ter nada, o teu sorriso vale muito mais que qualquer "bobagem". Não é que o que eu sinta por ti seja "bobagem", é no sentido em que sinto que sou uma criança que vai pela primeira vez a uma visita de estudo e não se sabe comportar, é mais ao menos isso que sinto, quando estou contigo. Não sei como devo de agir, se hei-de ser eu, ou se hei-de parecer uma outra pessoa apenas para que repares em mim. Já sei! Sê tu própria, às vezes é mau sermos contrariados pelas nossas próprias palavras, mas o que queres? És tu que me deixas assim desorientada. E eu só queria orientar-me porque eu acredito que contigo consigo. Mas sabes que mais eu não vou desistir porque não sou pessoa de desistir daquilo em que acredito. E eu acredito que "nós" pode existir...

E TU?

(Segunda-feira, 3 de novembro de 2014)

 

 
Por ti... Eu vou 

Amor, a palavra mais complicada de sempre principalmente porque quando penso nela só consigo pensar em ti...

Será normal que quando estou contigo o meu pensamento esvazia-se? Fico simplesmente a pensar em ti, como se tudo naquele momento rodasse á nossa volta, mas não roda! E quando acordo, sei que tudo não passou de uma mera imaginação minha que para ti não tem pés nem cabeça.

Lá está, no Amor, o sentimento nem sempre é correspondido e vou ter de viver com isso, vou ter de parar nos teus olhos que me deixam desnorteada, sem saber que caminho devo seguir, lá no fundo o rumo que quero tomar é o mesmo que o teu, mas sei que para isso sofrer vai ser o sentimento predominante, mas e se todo esse duro e pesado sentimento valer a pena? É isto que tenho pensado, será que algum dia poderás olhar para mim da maneira que um rapaz olha para uma rapariga quando se apercebe, estiveste mesmo á minha frente e nunca reparei em ti, como? Bastava uma palavra tua, um sinal, mas sei que isso não acontecerá.

A desilusão apodera-se de mim, a realidade dura e crua foi-me dirigida de uma maneira desumana, e com uma brutalidade que é impensável.

Mas sabes que mais, não vou desistir porque desistir é parar e parar é morrer, o caminho é para a frente e para a frente é o caminho, as questões: será que vai correr bem? Será que me vou magoar? Será que me vou arrepender? Vão ficar para trás porque a única coisa em que vou pensar é em ti, e como eu sei que podemos ser felizes...

 
Ama;

Sê amada;

Mas acima de tudo

sê feliz,

não deixes que magoem

que te rebaixem;

Sê superior

Sê tu....

(Quinta-feira, 30 de outubro de 2014)